Curriculum Académico e Literário
Ensino Primário na Escola Ave-Maria, Lisboa
Ensino Secundário no Colégio das Irmãs de S. José de Cluny.
Frequência do Conservatório de Teatro de Lisboa onde fui aluna de Álvaro Benamor, Bernardo Santareno, Luzia Mª Martins, Mª Germana Tânger, Águeda Sena, Zita Duarte e João Mota entre outros.
Frequência do Instituto de Arte e Design (IADE), onde fui aluna de Tomás Ribas, Eurico Lisboa, António Quadros e Lima de Freitas entre outros.
Licenciatura pela Escola Superior de Turismo, com Tese defendida em Cultura Italiana, 19 valores de classificação final.
Licenciatura em Línguas e Literaturas Modernas pela Fac. Letras de Lisboa, com um 20, dois 18 e três 17.
Na Faculdade de Letras fui aluna de Vitorino Nemésio (já jubilado), Urbano Tavares Rodrigues e David Mourão Ferreira, entre outros.
Curso Completo de Mestrado em Literatura Inglesa Contemporânea (dois anos, seis semestres) pela Fac. Letras de Lisboa, com as Professoras Doutoras Mª Isabel Barbudo e Mª Luísa Flora.
Curso Livre de Literatura Portuguesa Contemporânea (Universidade Nova, Lisboa)
Cursos de Creative Writing e Script Writing pela Universidade de Oxford, com os Profs. Chris Sykes e Ann Schlee. (Classificação A)
Três anos de experiência como professora de Criação Literária no Ensino Superior Privado (UITI) com um programa de minha autoria que obteve grande sucesso.
Trinta livros publicados, nas áreas da ficção, jornalismo temático, biografias e monografias feitas por encomenda. Cerca de metade da minha obra foi editada por mim própria, o que me deu também uma experiência muito rica no ramo editorial.
Oito Prémios Literários ganhos, alguns de inegável prestígio, como o Prémio Literário Cidade da Amadora, o Prémio Alves Redol, o Grande Prémio Nacional do Conto Manuel da Fonseca e o Prémio Ferreira de Castro da C.M. Sintra.
Quinze guiões para cinema escritos, incluindo quatro para animação.
Participação em Antologias de Poesia ao lado de nomes como António Ramos Rosa, Eugénio de Andrade e Maria Alzira Seixo.
Inúmeras traduções realizadas (clássicos da literatura)
Estas traduções foram obras de Gorki, Tchekhov, Dickens, Scott Fitzgerald, Sir Walter Scott, Ítalo Calvino e muitos outros, para além de vários volumes de colecções formato Livro de Arte da Ediclube, sobre História de Arte, A ll Guerra Mundial e até uma Enciclopédia quase completa (Dicionário Enciclopédico Durán, em 14 volumes.
Inúmeros trabalhos de Crítica Literária, elaboração de Prefácios e apresentação pública de Obras Literárias.
OUTRAS MAIS VALIAS
Domínio do Francês, Inglês, Italiano e Castelhano (para além do Português, como é evidente), alguns conhecimentos de Alemão e um ano de estudo do Japonês.
Quinze anos de experiência como Correio de Turismo, ao serviço da Agência Abreu, que me permitiram viajar pelo mundo inteiro e fizeram de mim aquilo a que posso chamar uma cidadã do mundo. A título de exemplo, cheguei a ter um elemento de um grupo da Agência Abreu que foi detido na URSS, ainda no tempo de Brejnev, e tive de o tirar de prisão. A partir daí, a palavra impossível deixou de ter significado para mim.
Pintura a óleo – Duas exposições individuais (poucas vendas mas muitos elogios simpáticos) e participação em doze exposições colectivas ao lado de nomes como Luís Pinto Coelho, João Cutileiro e Lima de Freitas.
Nas horas livres estudo um pouco de música e aprendo piano e guitarra clássica. Gravação de um CD instrumental prevista, ou pelo menos muito desejada, a médio prazo.
Domínio da Informática e da Net (como utilizadora)
Três a cinco horas semanais (de há vários anos para cá, e ainda hoje) de trabalho de voluntariado na Internet, numa chat room da Yahoo, prestando apoio a pessoas em estado de depressão, ou em vias de suicídio.
Dos 16 aos 19 anos fui instrutora de natação de crianças (trabalho de voluntariado)
Suponho ter sido a primeira e talvez a única mulher portuguesa a tourear a pé no Campo Pequeno. Eu tinha 15 anos, fui com um primo a uma garraiada do Colégio S. João de Brito, na minha frente estava um bezerrito pequeno, mas levei uma marrada que dei três cambalhotas no ar.
Fui Vice-Campeã de tiro ao alvo da Região do Algarve, Hotel de Montechoro, em 1988.
Fui durante cerca de 20 anos dadora de sangue.
Leio Braille.
Na Ilha de S. Tomé, em 72, tive um programa semanal na rádio local que foi bastante popular, e ganhei o título de “A pessoa mais simpática da Ilha”.
Ainda em S. Tomé, integrei uma equipa de voluntários que semanalmente se deslocavam a escolas locais, a contar histórias às crianças.
Participação numa longa metragem, “To catch a King”, com Robert Wagner, em 1984.
Sou sócia do Sporting Clube de Portugal.
Foi a produtora de um CD de música sacra que mereceu uma bênção especial da parte de Sua Santidade o Papa Bento XVI.
Fui Membro da Comissão de Honra para a eleição do Prof. Cavaco Silva para a Presidência da República.
Sou membro da Amnistia Internacional e da Comissão para a Abolição da Pena de Morte.
Fiz durante dois anos serviço de visitas de conforto (voluntariado) ao Instituto Português de Oncologia e à Prisão de Tires.
Troco correspondência com 10 idosos sem família numa Instituição de Solidariedade.
Sou “madrinha” de vários cachorros abandonados, que estão num Canil em Sintra, e pago-lhes todos os meses a alimentação.
Last but nor least, sei bordar a ponto de cruz e sou a melhor cozinheira (e doceira) que conheço.
OBRA PUBLICADA
EU, LOURENÇO, ANDARILHO DA VIDA
Romance Histórico, 1990, Editorial Escritor
Public. Recomendada Prémio Revelação APE 1990
Menção Honrosa Prémio Alves Redol 1990
Apresentado com texto introdutório de João de Melo
Seleccionado para as Bibliotecas Gulbenkian
Traduzido para Inglês
Compra pela BBC em fase de negociações.
Sinopse
Um rapaz de pé descalço, Lourenço de seu primeiro e único nome, nascido em Bordéus no ano de 1772, a determinada altura resolve viajar até Paris com duas moedas de ouro cosidas nos fundilhos das calças. Chega a Paris poucos dias após a tomada da Bastilha, e conta-nos então uma sua visão muito particular da Revolução Francesa. Vende laranjas no mercado, em seguida faz-se marinheiro e contrabandista, vai num pequeno barco até ao Brasil, sobrevive a um tremendo temporal no alto mar, regressa a Paris em pleno Terror, faz-se criado de um médico-alquimista-bruxo, e após uma desdita amorosa alista-se nos exércitos de Napoleão. Vem a Portugal integrado no exército de Soult, em seguida regressa a Paris para logo partir para a Rússia, integrado no chamado Grande Exército do Império Napoleónico.
Crítica
"Bela obra... bela obra..."
Manuel da Fonseca
“Teresa, você é uma força da natureza!
Leonardo de Freitas, editor
“(...) A Autora junta a simplicidade ao gosto e ao ritmo dos velhos contadores de histórias. E junta a isto um estilo sóbrio, preciso, essencial”
João de Melo
“(...) Impõe-se a leitura atenta desta escritora que, apesar de estreante, se revela já com uma segurança e uma maturidade indiscutíveis.”
Alípio Ferreira, A Capital, 02.04.91
“(..) Curiosa novela, de uma escritora ainda em princípio de carreira, a merecer atenção.”
Mª Estela Guedes, Marie Claire, Novembro 91
“(...) A Autora aparece na narrativa portuguesa com uma vitalidade que merece os maiores incentivos.”
D. S. Bruno, Diário de Notícias, 17.06.91
“(...) Um género que se está a impôr e a aliciar a comunidade literária: a estória. Vence pelo engenho do imaginário. Assim o saiba apreciar quem lê.”
João de Mancelos, Letras & Letras, 16.10.92
RAPSÓDIA EM TECHNICOLOR
Prosa Poética, 1990, Editorial Escritor
Prémio Literário Portucel 1990
Apresentado com texto introdutório de Baptista Bastos
Seleccionado para as Bibliotecas Gulbenkian
Crítica
“(...) Um texto de uma mulher que se quer autêntica”
Diário Popular, 31.05.91
“(...) Um texto intensamente bem escrito, bem planeado, bem fantasiado. Li o livro e recomendo-o com veemência. Para que conste.
Baptista-Bastos
“(...) Um discurso aparentemente de excesso, em que nada é deixado ao acaso, em que cada explosão acontece no sítio exacto. Vence até uma certa nostalgia que teima em romper aqui e além.”
Maria Teresa Horta
MARIA BENTA,
FILHA DAS ERVAS, DA CHUVA, DO VENTO
Romance Histórico, 1993, Edição de autor
Prémio Literário 25 de Abril (1992)
Prémio Literário Cidade da Amadora 92
Apresentado com textos introdutórios de Urbano Tavares Rodrigues,
M. Isabel Barbudo e Vítor Wladimiro Ferreira
Seleccionado para as Bibliotecas Gulbenkian
Traduzido para Inglês
Compra pela BBC em fase de negociações.
Sinopse
Maria Benta nasce em Alenquer no ano de 1708. Cedo aprende a fazer pela vida. Montada num burro de seu nome Valhamedeus, o filho pequeno enfiado num alforge, junta-se a uma família de ciganos saltimbancos. Em seguida chega a Lisboa onde conhece a preta Fortunata que se torna a sua única amiga. Juntas vendem rendas, fitas e outros atavios no mercado. Maria Benta descreve-nos então o terramoto de 1755 e a execução dos Távoras, acabando, já velha, por se instalar no Bairro Alto com uma taberna onde fidalgos e criados, mulheres de esquina de rua, rufias e outros castiços se sentam juntos à mesa, comem e bebem até altas horas, cantam o fado e conspiram contra Pombal.
Crítica
“(...) A narração de uma vida em que Maria Benta, arrojada aos baldões da sorte, rouba, foge, dá à luz um filho, barganha, ama e sofre. Assistimos pelos olhos do povo ao terramoto de 1755, à conspiração dos Távoras e à expulsão dos Jesuítas. O painel de uma Lisboa setecentista de fidalgos, mercadores, frades, pretos e truões, num estilo rápido, colorido e eficaz. Uma história e a História entrelaçadas.
Urbano Tavares Rodrigues
“(...) Por esses caminhos de misérias e de furtos até se estabelecer em Lisboa, capital de todas as roubalheiras, de todas as mistificações e de todas as loucuras com malandrins e arruaceiros, com padres femeeiros e raparigas ladinas e desbocadas, com boémios de alfurjas e cantares sofridos. É delicioso voltar a ler “estórias”, que antigamente se ouviam nos serões familiares. Venham estórias, cada vez mais do mundo de todos os dias.“
Vítor Wladimiro Ferreira
“(...) Espelhar a voz de uma remota alteridade: eis a tentação a que mais uma vez a Autora se entrega em Maria Benta, filha das ervas, da chuva, do vento, fruindo e partilhando a vertigem de encarnar num tempo escolhido. Vestindo habilmente o olhar e a linguagem de uma Maria Benta nascida em 1708 que assiste, pasmada, ao “dia do fim do mundo e da expiação dos pecados”, Teresa Mascarenhas consegue empolgar o leitor, ao devolver-lhe a história de um período tão fascinante como conturbado, numa óptica que não consta nos compêndios.”
Professora Doutora Maria Isabel Barbudo, FLL
“(...) “ Prosa saborosa, empenhamento, talento pujante. Um livro a ler com prazer, uma carreira a seguir com atenção.
Fátima Viana, Letras & Letras, 01.09.93
“(...) I have very much enjoyed reading this novel. Maria Benta is an interesting and lively character, living a rich, full human life. Well done!”
Prof. Chris Sykes, (Univ. Oxford)
MOZART ERA UM EXTRA-TERRESTRE
Prosa poética, 1995, Edições Fora do Texto
Apresentado na Sede da APE pelo Prof. Dr. Luís Fagundes Duarte da U. Nova
Entrevista concedida ao Programa “Acontece”
Crítica
“(...) Uma Autora que é o Stockhausen da nossa Literatura”
Dra. Helena Prista Monteiro
“(...) Um momento de Poesia. Único. Subversivo. Glorioso.“
Ana Fisher Berquó
“(...) Você está em grande forma!“
Orlando Neves
“(...) Um livro fortemente marcado pela subversão ao nível da forma, e pela Poesia ao nível do conteúdo, das ideias e das imagens. Uma experiência cultural transformada em prosa poética.“
Gilbert Ross
“(...) Tudo isto como se estivéssemos a assistir a um festival de fogo preso, e por ali ficássemos a ver os efeitos a desfazerem-se no ar à nossa volta.”
Professor Doutor Luís Fagundes Duarte
BEATRIZ
Romance, 1996, Ed. Temas da Actualidade
Apresentado pela Professora Doutora Cristina Almeida Ribeiro (Catedrática na F.L.L.)
Livro da semana – Programa Acontece 13-17 Maio 96
Sinopse
Uma menina rica, em pleno Alentejo, no princípio do século XX, resolve uma noite fugir de casa com o cozinheiro espanhol. Passa algum tempo em Sevilha, até que descobre que Martín é membro do Partido Comunista da Andaluzia. Com a polícia no encalço, conseguem fugir para Paris. Entretanto rebenta a primeira guerra mundial. Martín trabalha na cozinha de um restaurante, Beatriz serve às mesas e toca piano para os soldados. Martín desaparece a caminho da Revolução Soviética, Beatriz fica sozinha, grávida. Enamora-se de um pintor de Montmartre, viaja com ele até Veneza, mas Sebastien troca-a por um jovem veneziano. Beatriz não lhe perdoa a afronta, regressa sozinha a Paris e recebe então a notícia da morte do pai. É de novo rica, o que faz, de facto, uma grande diferença. Até na forma de viver o amor. Conhece então Wladimir, um Romanov fugido ao terror bolchevista. Em seguida enamora-se de Julie, uma jovem de grande beleza, mas também não é com Julie que encontra a felicidade. É em Paris, no Café de la Paix, na frente de uma garrafa de champagne, que Beatriz nos conta toda a história da sua vida emocionante.
Crítica
“(..) Uma autora cheia de talento, sensibilidade e imaginação.”
Eduardo Lourenço
“(...) “ Gostei muito!”
Pedro Ayres Magalhães
“Um retrato feminino inesperado e aventuroso, que se lê de um fôlego”.
Luís Filipe Rocha
“(...) Muitos parabéns por mais esta obra excelente!
Prof. Dra Ana Luísa Amaral (Fac. Letras .Porto)
“(...) Um livro surpreendente. Beatriz acompanha o nascimento do século XX e sente na sua pele as convulsões que o marcam. Mas todas as suas atitudes são motivadas por paixões e amizades, resultam mais do seu próprio mundo do que do mundo exterior. Uma narrativa aparentemente simples, servida por uma prosa escorreita. Eis o regresso às coisas essenciais: Uma personagem central forte, um retrato de uma época, encontros e desencontros, memórias... e uma história de amor. Um romance para reencontrar o prazer da leitura”.
Amadeu de Sousa
UM TRIÂNGULO NO INFINITO
Romance, Edição Câmara Municipal de Sintra, 2001
Prémio Literário Almeida Firmino
Prémio Literário Ferreira de Castro
Traduzido para Inglês, deverá sair nos E.U. muito em breve.
Sinopse
Uma viagem ao incrível universo de uma senhora internada numa clínica psiquiátrica. Branca julga-se rodeado por anjos e demónios, consegue recordar duas encarnações que viveu anteriormente, consegue iludir a vigilância das enfermeiras e deambular de noite pelos corredores, até ao dia em que pela porta da clínica entra... El-Rei Dom Sebastião. É então que combinam uma espécie de revolução, a fim de libertar o reino das garras dos castelhanos e o entregar ao Mestre de Aviz!
Críticas:
“Muito obrigado por este seu livro tão interessante”
Mário Soares
“(...) excelente obra literária que muito apreciei.”
Maria Calado, ex-Vereadora da Cultura C.M.Lisboa
Imaginação, poder de análise psicológica, cultura e sementes de génio não lhe faltam!
Dra. Manuela Nogueira (a sobrinha de Fernando Pessoa)
Um livro que aconselho vivamente pelo prazer de uma escrita que mede o sentir majestosamente.
António Cândido, O Dia, 26.10.2001
Uma alucinante viagem ao mais secreto da intimidade humana, aos nossos medos e sonhos, ao mundo dos impossíveis, ou antes, à criação de mundos. Aliada a uma narrativa empolgante e metafórica, a leitura deste livro é por certo um momento de prazer.
João Rodil
“(...) Uma imaginação prenhe de cultura, saber espiritual e cívico, uma tipologia de consciência crítica tão inquieta de surpresas felizes, desalentos e funestas desilusões quanto fugaz, reticente, ciente e fixa nos grandes valores humanos essenciais.”
Prof. Dr. Augusto Deodato Guerreiro
Um livro que “prende” o leitor da primeira à última página, e que “devorei” de um fôlego.
Professor Doutor José Ribeiro da Cunha
SETE MULHERES E TAMBÉM ALGUNS HOMENS
Contos, Edições Golfinho, 2001
Prémio Nacional do Conto Manuel da Fonseca
Sinopse
Na sociedade em que vivemos, em que as pessoas moram ao lado umas das outras e não se conhecem, nunca se viram porque passam apressadas e indiferentes, estas sete mulheres que vivem na mesma avenida de Lisboa nunca trocaram uma palavra, nem sequer alguma vez se viram umas às outras. São mulheres de idades e condições muito diferentes, que vão da prostituta de rua com a sua crua realidade quotidiana, a um elemento do “Jet Set”, passando por uma estudante, uma senhora de idade, a proprietária de um pronto a vestir, uma simples dona de casa e uma secretária de direcção. Estas sete mulheres têm, no entanto, e sem o saber, alguma coisa em comum: um terrível problema de desamor e de solidão, e uma situação de conflito com o masculino, seja este o marido, o filho, o namorado, o amante, o chulo, o patrão. E no entanto... as mulheres não são melhores nem piores do que os homens. Somos todos seres humanos, perversos e egoístas, num mundo perverso e egoísta.
Crítica
Este é o livro que o próprio Manuel da Fonseca teria premiado, se aqui estivesse.
Dr. José Correia Tavares, Vice Presidente da APE
OS TELLES DA GAMA, OS MASCARENHAS,
E O CONTRIBUTO QUE DERAM PARA A HISTÓRIA DE PORTUGAL
A História da minha família, até onde me foi possível pesquisar (Séc.XII). Alguns heróis, outros nem tanto. (impressos apenas 50 exemplares, para consumo familiar)
OS MASCARENHAS
Mascarenhas é uma pequena localidade sita entre Miranda do Douro e Bragança, povoação que deu o seu nome ao chapéu de copa alta que os pastores da região usavam, e onde transportavam o seu farnel. Ainda hoje existe a Ermida de Nossa Senhora dos Pastores, com a imagem da padroeira, muito venerada na região, envergando o seu chapéu de copa alta.
A BEM DA NAÇÃO
2001, Teatro.
Uma entrevista virtual ao Dr. Salazar, que se faz acompanhar do Almirante Américo Tomás e do Cardeal Cerejeira. Para que os mais jovens saibam como era a vida antes do 25 de Abril.
A LONGA CAMINHADA
2002, Teatro
A saga do povo judeu. 4.000 anos de História contados ao longo de quatro actos.
QUATRO PAREDES
2002, Teatro.
O dia a dia numa prisão de mulheres, baseado em relatos verídicos.
PALCO & PASSERELLE
Edições Golfinho, 1997
Encontro com alguns dos nossos nomes mais famosos do mundo da Moda e do Mundo do Espectáculo-Canção. Para que os mais jovens saibam que essas vidas de “glória” também trazem muitos dissabores.
Na Área da pesquisa Jornalística:
Colecção Temas da Actualidade 1995/1996,
(9 volumes)
Entrevistas feitas “a quem sabe do assunto” sobre alguns dos temas mais polémicos da nossa sociedade de hoje.
Volume nº 5 classificado no Top do Programa “Escrita em Dia”, de Francisco José Viegas (SIC, Out. 96),
Volume nº 3 muito elogiado por S.A.R. o Senhor Duque de Bragança.
Crítica relativa a esta Colecção:
“(...) Entrevistas admiravelmente bem conduzidas. Livros que cumprem o seu objectivo.
Juiz Conselheiro Ricardo António da Velha
AMAI-VOS UNS AOS OUTROS
Depoimentos. Edições Golfinho, 2000. A Igreja Católica vista por si própria.
Os depoimentos de três Bispos Portugueses e cerca de uma vintena de outras personalidades de grande prestígio. 1999, Edições Golfinho.
Feito por sugestão do Senhor Cardeal Patriarca de Lisboa.
Inclui uma bênção de S.S. o Papa João Paulo II.
Biografias
ALBERTO JOÃO, o homem.
Críticas negativas em inúmeros jornais de esquerda, honras de notícia de abertura de Telejornal, grandes elogios e até a minha fotografia, enorme, na primeira página, em jornais de direita. Sendo eu, pessoalmente, uma pessoa politicamente moderada, constato com satisfação que este foi um dos livros que mais tinta fez correr no ano de 97.
A MINHANA e a ESCOLA “AVE MARIA”
Feito por encomenda da própria Escola, é uma homenagem à maior pedagoga que Portugal conheceu no séc. XX. Com um prefácio do Prof. Dr. Diogo Freitas do Amaral, também ele antigo aluno desta escola, capa de Luís Pinto Coelho e depoimentos de personalidades como Manuela Ferreira Leite, Pedro Roseta, Luís Nobre Guedes e muitos outros.
Inclui uma bênção de S. Exa. o Senhor Núncio Apostólico.
Críticas:
Na feliz oportunidade da publicação da biografia da Senhora Dra. Maria Alexandra Almeida Eusébio, primeira Directora da Escola “Ave-Maria”, tenho muito gosto em expressar a minha sincera homenagem pela obra de Educação Cristã por ela realizada, ao longo de cinquenta anos, e invocar sobre a Escola a abundância das Bênçãos Divinas.
Don Edoardo Rovida, Núncio Apostólico
Educar é transmitir valores, criar laços, desenhar no futuro de cada jovem os traços que devem unir as várias gerações. A obra de um grande educador, como foi a Dra. Maria Alexandra Ranito de Almeida Eusébio, prolongar-se-á, por isso mesmo, muito para além do tempo que lhe dedicou pessoalmente porque permanecerá como exemplo e estímulo para os que se dedicam à árdua e fascinante tarefa de construir um adulto em cada criança.
Dra. Manuela Ferreira Leite
O exemplo da Minhana é edificante e merece ser meditado. Por isso se justifica, amplamente, a leitura atenta das páginas deste livro. Ele ficará como uma referência.
Prof. Dr. Freitas do Amaral
Eu acho óptimo que a Teresa tenha tomado a iniciativa de fazer este livro sobre a Minhana e sobre e Escola Ave-Maria, e penso que ele será apenas o primeiro, porque penso que ele irá certamente despoletar estudos sectoriais, estudos específicos, teses sobre a psicologia aplicada, sobre a evolução pedagógica, feitas por especialistas, e é possível que este seu livro venha a ser o “pontapé de saída” que poderá propiciar a publicação de outras obras, eu espero bem que sim.
Dr. Pedro Roseta
MARIA BERNARDETE JARDIM GONÇALVES
Um tributo a outra pedagoga. Livro encomendado pelo filho da homenageada, o Eng. Jorge Jardim Gonçalves.
A ESCOLA SALESIANA DO ESTORIL
Mais um livro feito por encomenda, neste caso inclui até uma fotografia enviada especialmente por Sua Majestade o Rei de Espanha, antigo aluno da Escola.
Críticas
Setenta anos ao serviço da juventude é um longo serviço de vida. Vasta sementeira cujos frutos só Deus conhece, semeada com fé e amor. Peçamos ao Senhor que abençoe todos aqueles e aquelas que, tornando actual o ardor de S. João Bosco, estarão entre os artífices de um mundo novo.
D. José Policarpo, Cardeal Patriarca de Lisboa
Un saludo muy cordial!
Juan Carlos de Borbón, Rey
Monografias feitas para Câmaras Municipais
VILA NOVA DE POIARES, cem anos de História
PENAFIEL, na passagem do Milénio
POVOAÇÃO, um Concelho com Futuro
AGUALVA-CACEM e a sua História
Críticas a esta colecção
Poucos serão, em Portugal, os que se assumem como escritores de profissão. Teresa Mascarenhas teve essa coragem e as provas já dadas, os livros já publicados, constituem penhor de qualidade e o seu labor, designadamente na divulgação concreta e precisa das riquezas histórico-culturais dos recantos do nosso País, merece ser devidamente apreciado.
José d’Encarnação, Arqueólogo e Professor Catedrático, Univ. Coimbra
AGUARDANDO OPORTUNIDADE DE PUBLICAÇÃO
4 romances
3 livros de contos
1 livro de poesia
6 livros para crianças
15 guiões para cinema
1 telenovela (em plano, aguardando encomenda para ser escrita)
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